Transição Planetária

O tema da transição planetária, torna-se dia a dia cada vez mais inquietante e mobilizador das conversas entre espíritas e não espíritas, neste artigo trazemos a opinião de Divaldo Pereira Franco, eminente palestrante e médium que proferiu palestra no Seminário sobre o tema em 01 de maio de 2011, em Goiás. Baseamos nosso texto nos vídeos que podem ser encontrados no seguinte endereço eletrônico: http://www.youtube.com/watch?v=3RIKOqWzM8g&list=PL03D5DD5262484D6D&index=13&feature=plpp_video

Buscando a síntese de sua opinião retratamos aqui breves relatos do que pudemos apreender daquilo que assistimos.

Profecias do pavor.

Periodicamente surgem as professias do fim do mundo, profecias do pavor. Haverá sim o fim do mundo geológico, entretanto isso faz parte dos ciclos transformadores da vida em todo o universo. O calendário Maia de maneira nenhuma refere-se à destruição do planeta no dia 21 de dezembro de 2012, simplesmente ele para na sua programação a respeito do futuro, perfeitamente compreensível, pois não seria possível a esse povo magnífico fazer um calendário infinito baseando-se em suas observações astrológicas. Existem muitos calendários maias, o mês maia tem vinte dias, feitas as contas isso teria ocorrido em 2005, segundo outras contas seria ainda em 2015, para outras a vida cessaria em 2012. A todo instante surgem e desaparecem galáxias e naturalmente chegará o dia em que a terra e nosso sistema solar haverão de desaparecer. As manchas solares periodicamente entre 10 ou 12 anos apresentam picos de atividades e isso interfere no clima da Terra e de todo o sistema solar.

Em 2005 em especial no dia 5 de outubro e no dia 25 do mesmo mês, houveram explosões solares surpreendentes que saíram da mancha ciclópica e rítmica do próprio sol, em 5 de outubro a sua massa em expansão além do disco solar foi  maior do que o volume do planeta Terra, isso influenciou naturalmente as marés, dando lugar a algumas convulsões sísmicas, tornados, erupções vulcânicas, terremotos, maremotos, secas e chuvas em abundância. Já no dia 25 de outubro, uma nova manifestação solar do tamanho de júpiter, o maior planeta do nosso sistema solar. Na terra a trajédia do furacão Katrina abalou os Estados Unidos.

Para a Terra desaparecer

Há dois fatores ao menos para que a Terra desapareça, o primeiro é a de que exista um choque com um grande asteróide como já aconteceu anteriormente na Sibéria, causando uma cratera de milhares de quilometros envolvendo a terra numa camada de poeira durantes séculos, o que segundo alguns teria provocado o desaparecimento dos sáurios que dominavam a terra. Em segundo lugar seria a morte do Sol, que segundo a astronomia seriam necessários 11 bilhões de anos para que as 250 milhões de toneladas de massa e energias fossem exauridas e assim fazendo o sol desaparecer e com ele boa parte do nosso sistema solar. Vivemos num universo infinito em sua dimensão e finito no seu tempo, segundo teóricos houveram outros universos e haverá ainda outros além desse. Portanto, dizer que a terra vai se acabar em 12 de dezembro de 2012 é uma alegação mítica, e mesmo que chegue o dia da terra findar-se, a vida sendo indestrutível há de seguir seu rumo inexorável ao infinito e à perfeição relativa. Os Espíritos na codificação informam à Kardec que a vida no plano espiritual não necessita da vida material, sendo a vida real, podendo subsistir a ela.

O medo ancestral

Os vaticínios acerca do fim do mundo não nos merecem a mínima consideração, devemos encará-las como uma necessidade mitológica com raízes no medo ancestral do homem primitivo quando se via á frente do fenômeno da morte física que à todos enlaçava, levando à desintegração dos corpos e ao desaparecimento de seus entes queridos. Esse medo da destruição inexplicável foi a primeira emoção vivenciada pela humanidade na trajetória terrestre e portanto uma herança que ainda de forma latente leva o indivíduo a temer a sua destruição inexplicável.

 

As Plêiades e Alcyone

Há um conglomerado de estrelas, localizadas na constelação do Touro, que pode ser observada á olho nu da terra, essas estrelas conhecidas com o nome de Plêiades, possuem uma em particular chamada Alcyone, é a sua estrela mais brilhante. Estrela de terceira grandeza, dista 440 anos luz da terra.

O Cinturão de Fótons

O nosso sistema solar gravita em torno de Alcyone, essa órbita dura cerca de 26 mil anos e a cada 12 mil anos nosso sistema solar se aproxima dessa estrela que está circundada por uma imensa camada de fótons, penetrando-a e levando 2 mil anos para sair dela, esses fótons produzem uma luminosidade que não é quente e nem produz sombra, esse fenômeno ocorrido há 12 mil anos atrás foi estudado pelos antigos hindús.

A nova Era

Nosso sistema solar se aproxima novamente de Alcyone, desde 1972, e a partir de 1978 a Terra começou a penetrar nessa camada imensa de energia, além da ação do nosso Sol, estaremos experienciando um outro tipo de influência que propiciará na terra mudanças básicas na sua estrutura geológica, na sua atmosfera, na sua psicosfera e nas criaturas humanas. Novas criaturas reencarnarão, junto à nossa velha humanidade, essas novas crianças necessitarão de toda nossa atenção e carinho, detentoras de grande inteligência e personalidade distinta, inquerem, contestam, exigem o diálogo, são hiperativas, e essas crianças em sua grande maioria são oriundas de outra região, de outro habitat que não é a Terra, assim a Terra vai recebendo novos habitantes para elevação de sua humanidade, como já ocorrera anteriormente e cede por sua vez aqueles que não conseguirão compatibilizarem-se com o novo padrão vibratório do planeta, sendo necessário partirem para outro orbe que os acolherá de modo a continuarem alí sua trajetória para a luz. No universo de Deus nada se perde tudo se transforma e para melhor.

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